Impactos da Pandemia na Educação: Uma Entrevista com Cláudio Moura Castro


Por André Medici no blog Monitor da Saúde  Ano 14, Número 109, agosto de 2020

Os efeitos da Covid-19 afetaram muitas vidas em todas as suas dimensões, mas certamente uma das dimensões onde o impacto parece ter sido maior foi a da educação. O ano de 2020 parece ter sido perdido em termos de progressos educacionais. Será verdade? Pode-se dizer que nem tanto ao mar e nem tanto à terra. É o que revela a entrevista de Cláudio Moura Castro.

Cláudio é um dos maiores especialistas em educação e formação profissional no Brasil, detendo uma vasta trajetória nacional e internacional. Nascido no Rio de Janeiro, foi bem cedo para Minas Gerais incorporando a perspectiva e a cultura daquele Estado em seu DNA intelectual. Graduado em Economia pela UFMG, mudou-se para os Estados Unidos onde fez mestrado na Yale University e, na sequência, doutorado na Vanderbilt University, ambos em Economia.  A passagem de Yale para Vanderbilt ocorreu através de uma longa viagem cruzando os Estados Unidos pela Route 66 no dorso de uma motocicleta. Ao longo do tempo complementou sua formação com cursos nas Universidades de Berkeley e Harvard.

Suas atividades como professor incluíram várias universidades como a PUC-Rio de Janeiro, Universidade de Chicago, Universidade de Brasilia, Univeristé de Geneve e Université de la Borgnone. No Brasil, liderou várias instituições como o Centro Nacional de Recursos Humanos (CNRH) do IPEA e foi Diretor da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) do Ministério Educação.

Passou um longo tempo de sua vida no exterior, inicialmente como Chefe da Unidade de Políticas de Formação da Organização Internacional do Trabalho em Genebra (Suiça), mudando-se depois para Washington, onde foi economista da educação do Banco Mundial e posteriormente, Assessor-Chefe de Educação no Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Ao retornar para o Brasil, na primeira década do milênio, Claudio foi assessor de grupos privados de educação superior, como o Pitágoras e Positivo e atualmente atua na consultoria Eduqualis e também como colunista da Revista Veja e do jornal Estado de São Paulo. Tem cerca de 50 livros e 300 artigos acadêmicos publicados em temas como educação, políticas sociais, saúde, ciência e tecnologia. Tem também interesse e publicações em áreas como turismo-aventura, arquitetura, ofícios manuais, marcenaria, mecânica, e expedições de aventura. Um livro que congrega parte dessas aventuras e é uma leitura imperdível é “Meio Século no Limiar do Perigo”, publicado em 2005 pela Editora Record.

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Monitor de Saúde (MS) – Uma das principais estratégias de combate a Pandemia do Covid-19 foi o distanciamento social, que inclui um conjunto de várias medidas, dentre as quais a primeira tomada na maioria dos países (ainda no início de março) foi o cancelamento das aulas presenciais em quase todos os países desenvolvidos, mas também nos países em desenvolvimento afetados pela pandemia. De acordo com dados da UNICEF para fins de julho de 2020, 1,7 bilhões de estudantes estavam temporariamente sem aulas, afetando 98% da população estudantil no mundo. Quais estratégias os países estão utilizando para evitar que haja uma perda, não só no ano letivo, mas principalmente, nos níveis de aprendizado dos estudantes?

Cláudio de Moura Castro (CMC) – Para início de conversa, ensino a distância (EAD) não é novidade. Em 1728 foi anunciado um curso pela Gazeta de Boston, oferecendo material para ensino e tutoria por correspondência. Em 1829, cria-se na Suécia, o Instituto Líber Hermondes, que ofereceu cursos à distância para mais de 150.000 pessoas. Essa modalidade dá um grande salto com a invenção do selo de correio, em meados do século XIX. Portanto, começando com o ensino por correspondência, o caminho do EAD vem sendo trilhado por mais de dois séculos.

No Brasil, em 1904, o Jornal do Brasil registra um anúncio oferecendo profissionalização por correspondência para datilógrafos. No ano de 1939, surgiu em São Paulo o Instituto Monitor, seguido do Instituto Universal Brasileiro. Ambos ofereciam cursos profissionalizantes. Estima-se em vários milhões de brasileiros aprenderam assim a consertar rádios. 

Em meados dos anos 50, aprendi também reparação de rádios, cursando o Monitor. E aprendi melhor por correspondência os assuntos equivalentes ao ensinado no nível médio.

Os avanços digitais tornaram as comunicações no ensino a distância amplamente mais rápidas e eficientes do que pelo correio. Mas a ideia é a mesma. Nada de novo. De resto, no ensino superior, antes da pandemia, a matrícula no EAD brasileiro já se aproximava da presencial.

O que há de novo e nem tão bem-vindo é o uso do EAD no ensino básico. Está longe de ser uma solução satisfatória, pois a presença física é essencial nesse nível. Porém, é a distância ou nada.

Por ser uma solução antes inexistente para este alunado, a transição sofreu com o inevitável atropelo e com a inexperiência de operar nesse nível. Não obstante, foi extraordinário o esforço para vencer essa barreira inicial. Considerando o formidável desafio, não se pode dizer que a escola fracassou.

MS – Os dados mostram que muitos países, especialmente os países mais avançados, têm utilizado tecnologias digitais, como a tele-educação, para manter a regularidade das classes nas escolas. Estas estratégias são eficientes, no sentido de cobrir a totalidade dos conteúdos transmitidos em aulas presenciais? Há alguma avaliação de que a qualidade da educação não está caindo pela troca de experiências presenciais por experiências digitais?

CMC – Mesmo países como o Brasil usam a Internet, Blackboard, YouTube, Zoom e múltiplas outras ferramentas. Não há nada de essencial que não esteja sendo usado dentre nós. Inexiste uma diferença significativa no que se adota nos nossos melhores sistemas de ensino, em comparação com, digamos, os Estados Unidos. O grande fosso é entre categorias de escolas. As melhores privadas embarcaram rapidamente e incorporaram todo o repertório tecnológico. Mas daí, é morro abaixo. A disponibilidade de computadores e banda larga cai, quanto mais pobre a escola – e inevitavelmente, os alunos. Dependendo de como se define ‘disponibilidade de tecnologia’, entre metade e 90% dos alunos têm alguma coisa que lhe permite o acesso às redes. Quando nada, um smartphone. Mas há uma diferença enorme entre os extremos. E note-se, uma família com cinco alunos, mesmo de classe média, não tem cinco computadores em casa. No limite inferior, algumas redes distribuem e recolhem materiais escritos nas casas dos alunos mais desprovidos. Está longíssimo do desejável, mas é melhor do que nada.

Diante desse quadro tão variado, os resultados não são menos díspares. Milhões de alunos perdem pouco ao frequentar o novo sistema. E há quem ganhe, pois as discussões digitais são mais eficazes para certos perfis psicológicos. Na outra ponta da distribuição, há muitos alunos a quem nada é oferecido ou que, desencorajados com a má experiência, abandonam o curso.

 MS – Ainda que haja o uso de estratégias digitais para substituir as aulas presenciais, nem sempre isso é possível dado que nem todos os alunos tem disponibilidade de tecnologia (computadores e internet) para aulas digitais. Nas economias avançadas, as escolas buscam levar aos estudantes mais carentes os computadores e a conexão para evitar estas perdas. Mas isto não ocorre nos países em desenvolvimento e de renda baixa. Qual o impacto que isto poderá trazer no aumento da inequidade de oportunidades futuras, para usar a linguagem de Amartya Sen, dado que a desigualdade educacional está na raiz das futuras inequidades sociais e na dinâmica do desenvolvimento econômico? É possível ter estratégias alternativas para evitar estas nefastas consequências?

CMC – Há respostas divergentes para duas questões paralelas. Na primeira, consideremos que a educação sempre serviu para arrumar as pessoas dentro de uma hierarquia econômica – que a curto prazo a pandemia não afeta. Quem tem mais e melhor educação, já começa em um galho mais alto. E vice-versa. Como todos estão sendo prejudicados, pode-se imaginar que esta ordenação não vai mudar muito. Na segunda questão, todos sofrem por receber uma educação improvisada. Porém, é pior para os mais pobres. Esta perda subtrai do já limitado capital humano que tem nossa sociedade. É um grande prejuízo, mas é de longo prazo e não temos como medi-lo de forma confiável.

MS – Como a Covid-19 tem afetado o desempenho da educação pública no Brasil? Por exemplo, na área de educação básica, os municípios estão dando boas respostas para evitar perdas de aulas e conteúdos educacionais na escola pública? Como os Estados estão enfrentando isso na educação secundária. Como o governo federal enfrenta a questão na educação superior?

CMC – Uma coisa é certa: o COVID-19 precipitou uma revolução tecnológica no ensino formal. Quem se persignava diante de um computador ou seus aplicativos, de um dia para o outro, passou a usá-los em tempo integral. Esse talvez seja o lado positivo mais espetacular da crise, uma vez que as tecnologias digitais podem trazer grandes benefícios, se bem usadas. Difícil imaginar que, ao fim da crise, tudo será abandonado.

Todavia, a qualidade do que acontece segue linhas quase previsíveis. Os estados sulinos, de São Paulo para baixo, reagiram rapidamente e estão se saindo tão bem quanto se poderia esperar. Algumas secretarias estaduais se organizaram seriamente para apoiar suas escolas. Filantropias como a Leman Foundation e o Instituto Unibanco montaram programas para ajudar as secretarias.

No resto do país a situação é muito variável. No Fundamental, os municípios mais estruturados e com educação melhor parecem mostrar dinamismo e capacidade de reação.  Em outros, já precários no seu ensino tradicional, não se pode esperar muito.

O MEC, mergulhado no maremoto das incessantes mudanças de equipe, pouco pôde ou soube oferecer para ajudar estados e municípios. O mais óbvio seria financiar tecnologia para escolas e alunos mais pobres. Mas sua ação tem sido tíbia. Com o novo Ministro, parece que vai mover-se nesta direção.

MS – Há no Brasil alguma diferença entre as estratégias, recursos e processos de enfrentamento da crise do Covid-19 na educação entre os setores público e privado de educação?

CMC – Monumental! O sistema privado, seja no Básico ou no Superior, em semanas ou dias se baldeou para a EAD. Claro, instituições alertas como o INSPER e FIA-USP andaram rápido e bem. Outras menos, mas não consta que alguma ficou paralisada, em qualquer nível.

Já no lado público, há duas situações fundamentalmente distintas. Praguejando, lamentando e sofrendo, o ensino básico foi arrastado para o EAD, algumas redes mais rapidamente do que outras. Não estavam preparadas e não tinham os meios financeiros e intelectuais para a transição. Mas a fizeram.

Em contraste, quase todas as universidades federais, simplesmente, empacaram. Segundo sua explicação, como nem todos os alunos têm acesso pleno à tecnologia, passar os cursos para EAD seria prejudicá-los, aumentando a desigualdade. Mas note-se que, segundo a Fundação Leman, quase todos os alunos do ensino médio têm, pelo menos, um smartphone.  É de se imaginar que, no ensino superior, quase todos tenham também computadores. E, não nos esqueçamos, o correio funciona. Seja como for, pela lógica das universidades públicas, é preferível prejudicar a todos do que apenas a uma pequena minoria. A se registrar, algo como meia dúzia das federais embarcaram no EAD (e vale notar, USP e Unicamp também).

MS – Quais são as diferentes modalidades de enfrentamento da crise da educação em escolas e universidades públicas e privadas?

CMC – Escolas tecnologicamente mais bem equipadas usam aplicativos como o Zoom para continuar com as aulas, seguindo o mesmo modelo do presencial. É a fórmula que menos terremotos provoca. E funciona. No nível superior, o EAD já é uma realidade consolidada em muitas instituições. Nessas escolas, seja com materiais escritos, seja com clipes televisivos, a única mudança é a migração de todos os alunos para a modalidade a distância. Naturalmente, para quem já era fraco ou não tinha EAD, as dificuldades foram maiores. Mas não nos esqueçamos, neste nível, a maturidade dos alunos e seus meios econômicos já são bem superiores. E como mostram os resultados do ENADE – pré-pandemia – entre distância e presencial não há diferenças significativas em favor de uma ou outra alternativa.

No nível Básico, a situação é muito mais incerta. Para começar, embora inevitável, não é uma boa solução suprimir a convivência com pares e professores.

 Na sua operação, algumas redes caminharam para soluções ao estilo Telecurso 2000, ou seja, a mesma aula para todos os alunos. Ilustrando, um único professor dá o curso de português da quarta série para toda a rede. O que complementa essas aulas é bem mais variado e de eficácia igualmente diferente.

A experiência norte-americana mostrou o enorme potencial de usar projetos, mais do que aulas expositivas regulares. Mas não tenho informações sobre esta prática no Brasil.

Um problema novo é que o aluno do ensino básico requer muito mais apoio pessoal. Necessita sentir-se parte de um grupo social e pode precisar atendimento personalizado para vencer as barreiras que vão aparecendo. Mas não creio que tenhamos informações adequadas sobre o desempenho das escolas nesse tópico.

MS – Um dos problemas associados a pandemia do Covid-19 é a sua instabilidade dada pelo risco de retornos ao crescimento de contaminados e novas ondas pandêmicas. Vários países estão passando por esse processo recentemente, como a Nova Zelândia, levando a ameaças de fechar novamente as escolas. Mesmo que as escolas não fechem, a insegurança dos pais deixa de levar as crianças às escolas. Nesse processo de incertezas, é possível fazer com que o modelo de educação digital passe a ser uma regra permanente e não uma exceção associada a crise?

CMC – Qualquer solução única para todos seria um desastre. Dado o maior grau de maturidade dos alunos do ensino superior há indicações de que o híbrido seja amplamente melhor do que o presencial tradicional. Ou seja, em casa mais leitura e mais escrita. E menos tempo ouvindo preleções. Fica o presencial para discussão e socialização. Mas quem olha para o mapa do Brasil logo vê que as distâncias impedem muitos de viver próximo a um curso. Portanto, o EAD puro é inevitável.

Nos primeiros doze anos de ensino, não pode estar em cogitação manter o ensino a distância, uma vez superados os riscos da pandemia. Além do que já foi mencionado, esse regime exige mais disciplina e responsabilidade pessoal, o que é uma capacidade mais precariamente distribuída entre os mais jovens e, em particular, entre os mais pobres.

Porém, à margem das rotinas presenciais, a nova tradição de reuniões a distância tem boas razões para ser mantida. Por exemplo, não seria mais fácil reunir-se com os pais por esta forma? Igualmente, muitos usos da tecnologia, impostos pela distância, podem ser mantidos no futuro.

Quando voltarão as aulas presenciais? O pior cenário seriam voltar todas no mesmo dia, pois em cada lugar a pandemia tem a sua dinâmica própria. Seja como for, lamento confessar que não saberia dizer quando deve começar o lento processo de volta às aulas. De fato, é particularmente ambígua, mesmo a literatura técnica mais séria sobre esse assunto.

MS – No caso da educação superior, o modelo digital de @learning tem sido utilizado por muitas universidades e cursos digitais, especialmente ao nível de pós graduação, antes vistos com maus olhos, passam agora a ser encarados seriamente e muitas universidades de grande porte, como as Ivy-Leagues norte-americanas (Harvard, Stanford, Berkeley) estão utilizando este modelo como principal em muitas áreas. É possível que esse modelo passe a acontecer com maior frequência em outros níveis educacionais?

CMC – Entre a realidade e a imagem há uma distância. Ou como já dito, o fato vale menos do que a versão. Quando Sir Walton of Perry recebeu a missão de criar a Open University, logo procurou Oxford e Cambridge. Mas foi rechaçado sumariamente. Hoje já se viu que um bom EAD deixa pouco a desejar diante do presencial. E o híbrido, além de mais barato, mostra rigorosamente o mesmo resultado.

Com quinze anos de idade, morando no interior das Minas Gerais, ao fazer o curso do Monitor, achava que estava sendo muito bem servido. Era melhor e mais prático do que a escola local. Paradoxalmente, o curso por correspondência tinha mais atividades concretas e com as mãos do que a escola. Mais de meio século depois, pesquisas rigorosas mostram que minha percepção juvenil não estava equivocada.

Na Rússia, na década de 30, uma boa proporção dos estudantes de Engenharia estudava por correspondência. Nos fins de semana, iam praticar nos laboratórios e oficinas da escola. 

Mas números nem sempre enfrentam com êxito as mitologias arraigadas. Persistiu um ceticismo arrogante por décadas, desqualificando o ensino a distância. A pandemia veio mostrar a infantilidade de tais preconceitos.

Façamos um exercício intelectual singelo. Tomemos dois cursos fracos, um presencial e outro EAD. No primeiro, os alunos passam vinte horas semanais sentados diante de um professor que fala sem parar. Ou seja, a interação é mínima. Apenas para ouvi-lo, como é o caso, pouca diferença faria se estivesse em Tóquio, com o Zoom. Mas como aulas expositivas de 50 minutos não funcionam no EAD, para cumprir a carga horária, os cursos são obrigados a mandar os alunos lerem, escreverem e resolverem problemas. Ora, essa segunda solução é mais próxima do ‘ensino ativo’, amplamente mais eficaz que o ‘passivo’, que consiste em ouvir preleções. Ou seja, pela natureza do processo de ensino, o EAD é obrigado a usar uma pedagogia superior.

MS – Quais as tendências que podem ser estabelecidas para a educação no mundo pós-pandêmico dos próximos anos?

CMC – Obviamente, espera-se mais uso de modalidades a distância. Podem ser cursos inteiros, como já ocorre na graduação e na pós-graduação lato sensu. Ou então, reduzindo a carga presencial de outros. O que é para ler e escrever, será feito em casa. Para os laboratórios e discussões, se preservará o espaço físico da faculdade.

A pandemia reforça a tendência recente de usar mais metodologias ativas na sala de aula. Quebrado o encanto da velha aula expositiva, tudo fica mais fácil. E ao se experimentar novas fórmulas, facilita-se o diálogo, em vez do tradicional monólogo.

Rompido o tabu das tecnologias digitais, entra em cena o LMS, como Blackboard e Moodle. E mais vídeos, prontos ou feitos pelo professor. Mais aulas invertidas – apoiadas no YouTube. Mais discussões e chats a distância. Mais celebridades acadêmicas falando para turmas imensas.

Haverá mais pragmatismo e menos superstição, diante das escolhas de como conduzir um curso e suas tecnologias.

E como consequência, haverá também mais poder para aqueles encarregados de lidar com as tecnologias.    

Impactos da Pandemia na Educação: Uma Entrevista com Cláudio Moura Castro

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