Curiosidades da pandemia: a camisa Zoom e outras histórias


por Evandro Milet

Camisa Zoom  

O New York Times mostra a verdade para os homens: se você permaneceu trabalhando durante a pandemia, você tem uma camisa Zoom. Ela estará nas costas da sua cadeira de trabalho ou em um cabide por perto. E você a vestirá momentos antes de começar a reunião virtual. Como as gravatas que o ex-Presidente Lyndon Johnson tornou famosas e que já estavam prontas, com o laço dado. Era só enfiar no pescoço pela cabeça. A camisa Zoom ideal é assim: boa para aparecer em qualquer tipo de reunião e já abotoada de preferência, bastando enfiar pela cabeça. Como as reuniões acontecem de vez em quando e você não está saindo, pode lavar só a cada semana ou duas semanas.(é bom que seja fácil de lavar sem precisar passar).

A camisa Zoom é a última palavra em roupa Zoom e tem uma etiqueta apropriada: paletós e gravatas, nem pensar, até porque todo mundo sabe que você está com o laptop talvez em cima da mesa de jantar e com uma pilha de louça adiante. Se a pessoa exagerar na roupa vai parecer um pouco pretensiosa. E que não tente levantar na frente da câmera porque a parte de baixo pode ter só pijama. 

O batom como medidor econômico 

Por ser item de preço relativamente baixo e resultado imediato, ele se tornou aliado feminino em tempos de crise, dose extra e barata de autoestima. O primeiro a entender essa lógica foi Leonard Lauder, herdeiro do grupo de estética Estée Lauder. Em 2001, depois do pandemônio deflagrado pelos ataques terroristas de 11 de setembro, ele percebeu inusitado crescimento de vendas. O fenômeno sugeriu a ele a ideia do “efeito batom” — a busca feminina pela beleza contra a dureza do cotidiano, e um olhar para o crash da bolsa de 1929 entregou reação parecida. Enquanto setores industriais patinavam, os produtos de maquiagem vendiam como pão quente.

Com o uso atual de máscaras, porém a coisa ficou complicada. O mercado mundial de batons teve a maior queda desde 2015: de 67,2 para 64,5 bilhões de dólares entre 2019 e 2020. O mercado brasileiro também encolheu de 3,1 para 2,8 bilhões de dólares nesse período.

No Brasil, por exemplo, a busca no Google pelo termo “batom” atingiu o pior patamar dos últimos seis anos, desde o início da quarentena. Mas não será assim para sempre, evidentemente. A gradual retomada da normalidade possível permitirá despontar, em casa, na rua, em todo o mundo, mulheres lindas e empoderadas que farão do batom, mais uma vez, uma arma pacífica. 

https://veja.abril.com.br/entretenimento/a-queda-de-venda-de-batons-define-os-tempos-de-crise/

Viagem fake 

Está com saudades da experiência de viajar? Um aeroporto de Taiwan tem a solução: um itinerário falso no qual você faz o check-in, passa pelo controle de segurança e até embarca na aeronave – mas não decola.

O aeroporto de Songshan, no centro de Taipei, começou a oferecer essa experiência na quinta-feira, 2, com aproximadamente 60 participantes ansiosos.

Cerca de 7 mil pessoas se inscreveram para participar. Os vencedores foram escolhidos aleatoriamente. Mais experiências de voo falsas ocorrerão nas próximas semanas.

Os passageiros receberam cartões de embarque e passaram pela segurança e imigração antes de embarcarem no Airbus A330 da maior companhia aérea de Taiwan, a China Airlines, onde os comissários de bordo conversavam com eles.

https://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,taiwan-oferece-voos-falsos-para-turistas-saudosos,70003353452

Carros passeiam no Shopping Botucatu 

O shopping de Botucatu (SP) começou a atender pelo sistema “drive-thru” e, para isso, liberou a entrada dos carros dentro dos corredores do prédio para os clientes retirarem os produtos na porta das lojas.

Segundo o shopping, a medida foi tomada para “manter a segurança dos clientes e seguir as recomendações de isolamento durante as ações de prevenção ao coronavírus”.

Além disso, haverá sinalização para regrar a velocidade e o sentido do fluxo dos veículos dentro do estabelecimento. Não serão permitidos carros movidos a Diesel e motocicletas.

O drive-thru está liberado somente para a retirada, já a escolha e compra de produtos devem ser feitas antecipadamente pelos canais de cada loja. O shopping informou que a prova de roupas e análise das peças não serão autorizadas.

Antes da entrada no estabelecimento, os veículo também vão passar por uma triagem, que vai analisar as condições higiênicas do veículo, se há fumaça ou vazamento de óleo.

Não foi a primeira vez que uma medida inusitada chamou a atenção em um shopping do interior de SP. Um centro de compras localizado entre os municípios de Votorantim e Sorocaba foi “dividido”  pela flexibilização do comércio.

Como Sorocaba estava na fase vermelha do Plano SP, as lojas localizadas na área do shopping que pertencem ao município precisaram ficar fechadas. Já as lojas da área de Votorantim continuaram funcionando normalmente.

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Além dos artigos neste blog, outros artigos de Evandro Milet com outras temáticas, publicados nos fins de semana em A Gazeta, encontram-se em http://evandromilet.com.br/

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